25/03/2010 10:09
Ola amigos!!!
Segue a programação do Centro Cultural Cordão da Bola Preta e solicito a divulgação para toda a sua rede de amigos.
Desde já muito obrigado e fiquem todos com Deus.
PROGRAMAÇÃO DO CENTRO CULTURAL CORDÃO DA BOLA PRETA
QUINTAS FEIRA - 18:00HS
HAPPY HOUR NO BAR DO BOLA COM SAMBA A TRÊS (entrada livre)
SEXTA FEIRA - 26/03 - 21:00HS
SHOW DE SAMBA COM ROBERTA ESPINOSA e DJ FRANZ. (R$ 15,00)
SÁBADO - 27/03 - 22:00HS
RODA DE SAMBA COM JOÃO MARTINS (R$ 15,00)
QUARTA FEIRA - 31/03 - 19:00HS
REESTREIA A RODA DE SAMBA COM PAULÃO SETE CORDAS (R$ 10,00)
SÁBADO - 03/04 - 13:00HS - (TODO PRIMEIRO SÁBADO DO MÊS)
FEIJOADA DO BOLA COM A TURMA DO ESTÁCIO E CARNAVAL DA ALELUIA COM A BANDA SHOW DO CORDÃO DA BOLA PRETA
(INGRESSO - R$ 10,00 // FEIJOADA - R$ 15,00)
SÁBADO - 10/04 - 13:00HS - (TODO SEGUNDO SÁBADO DO MÊS)
SAMBA DE MALANDRO - RODA DE SAMBA COM CLAUDINHO GUIMARÃES e CONVIDADOS (R$ 10,00)
SEXTA FEIRA - 23/04 - 12:00HS
FESTA DE SÃO JORGE "PADROEIRO DO CORDÃO DA BOLA PRETA"
GRANDES ATRAÇÕES
Em breve encaminharei a programação completa do mês de abril.
Pedro Ernesto
Presidente
25/02/2010 15:58
14/02/2010 20:00
E lá estava eu de novo.
Como um troféu pela fidelidade a tantos e tantos carnavais, lá estava eu em cima do caminhão da Bola Preta.
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. Estávamos lá de novo: eu e aquele mar de gente.
Quem sabe não é aquele o verdadeiro mar de fiéis?
Sempre soube o que faz alguém ir aos templos a procurar conforto, paz espiritual ou amenizar alguma dor. Mas, ficava me perguntando, que faz tanta gente ir à Avenida Rio Branco, outrora templo da folia carioca, em todos os sábados de carnaval, tão cedo, acordando àquela hora, tendo ido dormir tão tarde?
Que estarão buscando?
Quanta gente havia ali? 50 mil, 100...500 mil? Quem saberá?
Já houve tempo em que senti algo como “vergonha” por o carnaval carioca estar tão apático, sem blocos nas ruas, a reboque das escolas de samba, enquanto a velha Bahia, Recife, Olinda, explodiam de alegria.
Hoje a cidade dá a volta por cima. Blocos surgem a cada esquina, nascem como coelhos netos do Bafo, do Cacique e do Bohêmios; filhos do Simpatia, do Suvaco e do De
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. Segunda, do Barbas.
Todos iluminados pela Banda de Ipanema. Ela que resistiu em todos esses anos junto com o Bafo e com o Bola.
E lá estava eu de novo: mar de fiéis. E com de-co-ra-ção... tímida é verdade...mas, belo recomeço.
Nunca vi tanta tranqüilidade; não vi, lá de cima, um só empurrão. Por alguns momentos fiquei preocupado pelo fato de “estar vendo o chão” do asfalto e das calçadas da Rio Branco. Nos anos anteriores simplesmente não dava para ver o chão, só gente... gente para todo e para todos os lados.
Por todas aquelas ruas afluentes, todos aqueles braços daquele nosso mar.
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.
Obama estava lá, com aquele seu traje. Por pouco tempo. Já na Rua do Ouvidor, de toda sua roupa só restava a sunga e a gravata. E foi na Rua do Ouvidor que a rapaziada do maestro Sodré mandou o samba do Salgueiro que a homenageia.
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. Em baixo as fantasia mais improvisadas, salpicadas por trajes de gari. Que cidade é esta, que povo é este que transforma seu gari em celebridade do carnaval? Em personagem protagonista de sua festa maior?
Ou não será motivado por Renatinho Sorriso que tanta gente estava no Bola com roupa de gari?
Que outro lugar, que outra cidade, que outra festa?
Não duvido, a continuar assim, que algum menino surpreenda um dia sua família em pleno almoço de domingo: “não, mãe, quero ser gari para brilhar no carnaval!”.
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. E a cidade, a nossa cidade... como fica diferente vista assim.
Homenageando a Rua do Ouvidor a banda, o cordão, o Bola, enfim, homenageava toda aquela parte da cidade que a gente vê lá de cima. Aquelas mesmas ruas por onde andamos de segunda à sexta, por todos os anos, agora vestidas, enfeitadas pela sua banda mais querida.
Nós, somos nós que fazemos o mar.
É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem. E segue a folia quando toca “A Jardineira”. No meio da multidão, vê-se uma patrulhinha submersa, fazendo imaginar como será “Aquaticópolis”. Do meio da multidão pelas calçadas surge a figura do professor Felipe Ferreira. Ele tão “fiel” a isto tudo, ele referência para tantos e tantos de nós; ao ver sua alegria, ao vê-lo “se acabar” daquele jeito, não tive mais dúvidas do que tanta gente vai buscar ali.
Quanta energia, quanto alto astral a encher aqueles momentos de uma força tão grande que lamentamos não encontrar nos outros dias de folia. Dias de beleza, sim... de ritmos, de cores, belezas materiais e monumentais. Mas... É ali há uma beleza outra, uma beleza, um encantamento diferente em milhares de almas juntas, pessoas que vivem, nasceram ou não na mesma cidade, cantando a própria história que vivem e a de seus antepassados que brincaram o carnaval naquela avenida mágica que um dia dividiu a cidade até hoje partida.
E fico lamentando que Felipe e Renatinho Gari não estejam daqui de cima para ver o real tamanho da festa.
Fonte: O Dia online / Luiz Carlos Magalhães
14/02/2010 11:00
Fabiano Rampazzo
O Cordão da Bola Preta, um dos mais tradicionais e populares do Rio de Janeiro, levou muitas mulheres bonitas às ruas do centro da cidade neste sábado de Carnaval.
Mesmo assim, houve quem tivesse mais dificuldade para encontrar um alvo para a paquera. "Caraca, é muita mulher aqui. Tem de tudo e para todos os gostos", afirmou o vendedor Jeferson Sousa, 23 anos. "Garimpando a gente acha alguma que valha a pena."
Um dos mais antigos blocos de Carnaval do Rio de Janeiro, o Cordão da Bola Preta existe desde 1918 e sai na manhã do sábado de Carnaval pelas ruas do Centro do Rio.
O cordão do Bola Preta é tão cativo e importante que se tornou uma instituição carioca, sendo um dos poucos que tem sede própria para ensaios e saídas.
O bloco surgiu na passagem do ano de 1918 para 1919, e traz no repertório marchinhas como Quem Não Chora Não Mama, que virou o hino da agremiação desde 1961.
Também desfilam sobre o caminhão a Rainha do Carnaval do Cordão do Bola Preta, que este ano é a estudante Flávia Lopes, 23 anos. O bloco não tem camiseta oficial nem fantasia obrigatória, mas muitos foliões usam roupas ou fantasias brancas com bolas pretas. A nova rainha vai desfilar ao lado da madrinha do bloco, a cantora Maria Rita, e da porta-bandeira, a atriz Leandra Leal.
Fonte: Terra / diversão / carnaval
13/02/2010 19:00
BRUNO BOGHOSSIAN - Agencia Estado
RIO - No carnaval marcado pela fiscalização da prefeitura, o irreverente Cordão da Bola Preta tomou mais uma vez a avenida Rio Branco, no centro do Rio, mantendo a tradição. Centenas de milhares de pessoas se concentravam na região antes das 9 horas da manhã e seguiram da Cinelândia até a avenida Presidente Vargas, cantando marchinhas, antigos sambas-enredo e o hino do maior bloco da cidade, cujo refrão apregoa: "lugar quente é na cama, ou então, no Bola Preta!"
As tradicionais camisetas brancas com bolas pretas foram as favoritas da multidão, mas muitos escolheram fantasias variadas e até formaram "alas". Um grupo de amigos de Santa Cruz, o bairro da zona oeste mais distante do centro da cidade, vestia lingeries e roupas de mulher: "Viemos fantasiados no trem lotado. Acordamos às 6 horas da manhã pra chegar cedo", disse o estudante Bruno Mitrana, de 21 anos. O advogado Paulo Allevato, de 55 anos, foi à rua criticando a corrupção, com uma caixa de panetone na cabeça e com notas de dinheiro falsas nas meias. Ao lado da mulher, que conheceu há seis anos no desfile do bloco, ele elogiou o esquema de segurança e a organização do carnaval de rua. "É ótimo ver a originalidade das fantasias, sem confusão, com mais policiamento e com mais banheiros", afirmou.
Apesar do aumento do número de banheiros químicos e mictórios, houve longas filas e alguns foliões foram flagrados urinando em muros e bancas de jornal. Ao menos nove homens e uma mulher foram detidos e levados para a 1ª Delegacia de Polícia (Centro). Mas a "esperteza" dos cariocas logo surgiu. Em uma das ruas da região, um grupo decidiu cobrar pelo uso dos banheiros químicos - que são públicos . Acabaram saindo do bloco antes da hora: foram detidos e levados para a delegacia.
A Guarda Municipal abriu caminho para a passagem do bloco e retirou vendedores ambulantes das ruas, o que facilitou a passagem dos foliões. As ruas paralelas à Rio Branco também foram tomadas por quem tentava contornar a multidão. A aglomeração era tanta que um grupo de turistas de Florianópolis, que tentou desfilar pela primeira vez, acabou sendo obrigado a fugir do trajeto inicial em busca de refúgio. "Nós entramos ali no meio e quase fomos arrastados! Precisamos sair pra tomar um ar, mas, mesmo assim, é muito bom", disse a funcionária pública Angelita Rodrigues, de 32 anos.
Fonte: Estadão.com.br
13/02/2010 18:58
Rio de Janeiro, 13 fev (EFE).- Dezenas de milhares de pessoas foram hoje ao centro do Rio de Janeiro para curtir o segundo dia do Carnaval carioca com o Cordão da Bola Preta, o bloco mais tradicional da cidade, com 91 anos.
Os músicos começaram a tocar logo cedo e percorreram a Avenida Rio Branco, uma das mais principais da cidade, até chegar à Igreja da Candelaria, seguidos por uma multidão que, segundo os organizadores, passou de 1 milhão de pessoas.
O trio elétrico do bloco no meio da multidão levava também sua madrinha, a cantora Maria Rita, e a rainha e princesas da festa, que estavam vestidas de preto e branco, as cores do bloco.
Pelas ruas, uma multidão de cariocas e turistas fantasiados seguia os trios elétricos com músicos e se agrupava em pequenos blocos improvisados em ruas adjacentes à Avenida.
Grande parte dos foliões vestiam preto e branco em homenagem ao bloco, fundado em 1918 e considerado o mais antigo do Rio.
Mulheres com asas, com diademas, vestidas de Minnie Mouse, com plumas de todas as cores e rapazes com perucas, vestidos de mulher, com os complementos mais extravagantes lotavam a Rio Branco, transformada hoje em um espetáculo multicolorido.
Um casal de Homens-Aranha, que no ano passado já apareceram escalando as paredes do Museu de Belas Artes, foram este ano aos postes de luz da Biblioteca Municipal encorajados pela multidão.
O sósia brasileiro do presidente americano Barack Obama, que este ano já tinha aparecido em vários atos pré-Carnaval, apareceu sobre um dos trios elétricos, sem camisa, para acenar às pessoas.
Foliões com fantasias de piratas, prisioneiros e com chapéus de todos os tipos e tamanhos, até duas bananas e um morango estavam na aglomeração, que tentava se deslocar ao longo da avenida sem muito sucesso.
Durante o desfile não foram registrados incidentes. A organização do bloco previa a presença de 1,5 milhão de pessoas e as aglomerações eram inevitáveis em alguns trechos do percurso.
A Prefeitura do Rio de Janeiro instalou 400 banheiros químicos ao longo de todo o trajeto do desfile, o que não impediu que vários foliões fizessem xixi na rua e até criassem uma máfia que cobrava o uso deles.
A campanha da Prefeitura carioca de não se urinar em locais públicos não ficou isenta de polêmica já que é patrocinada por uma conhecida marca de cerveja que os vendedores ambulantes vendem pela rua.
O Cordão da Bola Preta está entre as centenas de blocos que diariamente se apresentam nos bairros cariocas no Carnaval, que irá até a próxima terça-feira. EFE
Fonte: G1 / pop & arte
13/02/2010 18:56
Depois de uma longa temporada longe do carnaval, Susana Wener caiu na folia na manhã deste sábado de carnaval. Ao lado de Maria Rita e Leandra Leal, a atriz subiu em cima do trio do Cordão do Bola Preta, que desfila pelo Centro do Rio.
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Susana Wener, Maria Rita e Leandra Leal sobrem no trio do cordão do Bola Preta

Leandra Leal é a madrinha do Cordão do Bola Preta

Susana Werner volta ao carnaval carioca disposta a cair na folia
Fonte: ego / notícias
13/02/2010 14:23
Agência Brasil
O tradicional bloco Cordão do Bola Preta, o mais antigo do Rio de Janeiro, arrasta desde o início da manhã deste sábado (13/2) uma multidão pelas ruas do centro da cidade. De acordo com os organizadores cerca de 1,5 milhão de pessoas devem acompanhar a folia sob o sol carioca e ao som de antigas marchinhas.
Vestidos com fantasias variadas e criativas, a maioria seguindo as cores do bloco - preto e branco – muitos foliões acordaram cedo para acompanhar a concentração que começou por volta das 8h na Cinelândia. De lá, eles seguiram pela Avenida Rio Branco, a principal do centro do Rio, até a Igreja da Candelária e depois retornam ao ponto inicial.
Como porta-estandarte, a agremiação traz mais uma vez a atriz Leandra Leal e como madrinha de bateria, a cantora Maria Rita. Este ano, pela primeira vez, o Cordão do Bola Preta traz às ruas um trio elétrico de grande porte.
Para a foliã Neuza Lopes de Abreu, de 82 anos, acompanhar o Bola Preta é o melhor do carnaval carioca. “Há mais de 20 anos acompanho o bloco e sempre me divirto muito. É uma festa de muita alegria e muita paz”, disse ela.
Além das antigas gerações, muitas crianças completavam a festa. A foliã Janaína Freire, de 29 anos, levou sua filha Ana Clara, de 5 anos, que vestia uma fantasia de odalisca, para acompanhar a passagem do bloco e encontrar outras amiguinhas. Segundo ela, o clima de tranquilidade torna o programa especial.
“O Rio está tendo muitos blocos, então está tudo muito tranquilo. Nós combinamos com as amiguinhas dela, viemos sem medo e estamos aproveitando a festa”, contou.
De acordo com a prefeitura do Rio, foram instalados 400 banheiros químicos ao longo do trajeto realizado pelo bloco. Mesmo assim, dez pessoas, sendo uma mulher, foram presas fazendo xixi na rua, durante operação da Secretaria Especial da Ordem Pública. Além disso, funcionários da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) aplicam na rua, após a passagem dos foliões, um detergente com odor específico capaz de neutralizar o cheiro de urina.
A segurança também foi reforçada. Vinte agentes da Guarda Municipal atuam com armas que emitem choque elétrico, chamadas de teasers.
Este ano, cerca de 500 blocos desfilam por toda a cidade, confirmando a retomada do carnaval de rua, que vem ganhando força no Rio.
Fonte: Correio Braziliense / Carnaval2010
13/02/2010 14:20

Milhares de pessoas lotaram a Cinelândia e a avenida Rio Branco
Fabiano Rampazzo
Direto do Rio de Janeiro
Diferenciado, o Cordão da Bola Preta, bloco mais tradicional do Rio de Janeiro, atrai um grupo devoto de fãs. Assim, formam-se uma série de subgrupos que homenageiam o bloco, devidamente uniformizados e com suas próprias canções.
O que se vê no Cordão da Bola Preta é uma série de pequenos blocos e performances de organizados foliões, o que dá uma aparência diferente ao cordão. "Nosso grupo chama Bonde da Alba, somos um dos muitos grupos que homenageiam o Bola Preta", disse Alex Moraes, 46 anos, diretor desse subgrupo.
A previsão é de que a festa tenha duração de cerca de seis horas. No ano passado, a polícia chegou a estimar em 1,5 milhão o número total de foliões no entorno da Cinelândia.
Na avenida Rio Branco, próximo à avenida Presidente Vargas, o Bola Preta deveria parar. Até parou, mas os foliões invadiram a Presidente Vargas, causando um grande congestionamento na região. Depois de muita discussão, a Guarda Municipal do Rio decidiu fazer um desvio para os veículos no cruzamento com a avenida Passos, evitando assim que os carros se encontrem com os foliões.
Até as 11h30, dez pessoas havia recebido atendimento médico, devido ao calor e ao excesso de álcool.
A Secretaria Especial da Ordem Pública (Seop) realiza operações Choque de Ordem para coibir os foliões dos blocos de Carnaval de urinarem na rua. Até as 11h30, 17 pessoas, entre elas uma mulher, foram detidos na rua México, durante o desfile do Cordão da Bola Preta, e encaminhados à 1ª Delegacia de Polícia (Gomes Freire).
Guardas municipais também desmontaram um esquema ilegal de três homens que cobravam a entrada em banheiros químicos, disponibilizados à população gratuitamente pela prefeitura. Na rua 13 de maio e na rua Álvaro Alvim era cobrado R$ 0,50 a entrada. Já na rua Alcino Guanabara, a entrada era R$ 1. Eles foram detidos e levados à 5ª Delegacia de Polícia.
Um dos mais antigos blocos de Carnaval do Rio de Janeiro, o Cordão da Bola Preta existe desde 1918 e sai na manhã do sábado de Carnaval pelas ruas do Centro do Rio.
O cordão do Bola Preta é tão cativo e importante que se tornou uma instituição carioca, sendo um dos poucos que tem sede própria para ensaios e saídas.
O bloco surgiu na passagem do ano de 1918 para 1919, e traz no repertório marchinhas como Quem Não Chora Não Mama, que virou o hino da agremiação desde 1961.
Também desfilam sobre o caminhão a Rainha do Carnaval do Cordão do Bola Preta, que este ano é a estudante Flávia Lopes, 23 anos. O bloco não tem camiseta oficial nem fantasia obrigatória, mas muitos foliões usam roupas ou fantasias brancas com bolas pretas. A nova rainha vai desfilar ao lado da madrinha do bloco, a cantora Maria Rita, e da porta-bandeira, a atriz Leandra Leal.
Com informações do JB Online.



Fotos: AFP
Fonte: Terra / Diversão / Carnaval
13/02/2010 14:14
O bloco Cordão do Bola Preta, tradicional do Rio de Janeiro, tinha a expectativa de reunir 1,5 milhão de foliões na Cinelândia, no Rio de Janeiro. Em cima do trio elétrico, a banda teve a ajuda de Maria Rita e Leandra Leal para ajudar a animar a festa.
As duas estavam vestidas com as cores do cordão, branco e preto, em fantasias de Carnaval: Maria Rita de colant preto e meia arrastão. Leandra Leal, mais coberta, usava um arranjo na cabeça, à la Carmem Miranda.
O bloco Cordão do Bola Preta, tradicional do Rio de Janeiro, tinha a expectativa de reunir 1,5 milhão de foliões na Cinelândia, no Rio de Janeiro. Em cima do trio elétrico, a banda teve a ajuda de Maria Rita e Leandra Leal para ajudar a animar a festa.
As duas estavam vestidas com as cores do cordão, branco e preto, em fantasias de Carnaval: Maria Rita de colant preto e meia arrastão. Leandra Leal, mais coberta, usava um arranjo na cabeça, à la Carmem Miranda.
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Fotos: AgNews
Fonte: Abril.com / Carnaval2010